Os Estilistas mais famosos do Mundo

 No glamouroso mundo da moda, algumas grifes centenárias reinam despertando desejo e avassalando seus súditos. Vou descrever aqui a história de algumas grifes mundialmente conhecidas, para que vocês, queridas leitoras, possam compreender porque essas marcas e estilistas continuam com sua reputação intacta ao longo dos anos.

 ARMANI

 Armani 1935 nascido em Piacenza Itália estudou na Universidade de Milão, seu primeiro trabalho como estilista foi para homem, com o estilista Nino Cerruti em 1961. Trabalhou para diversos estilistas como Ungaro. Depois criou sua própria empresa com modelos femininos e masculinos com um estilo discreto e modelos bem cortados. Ele é famoso por seus paletós de couro tanto para homem como mulher e também o criador da saia calça.

 BALENCIAGA

 Cristóbal Balenciaga nasceu em 1895 na região Basca Espanhola. Foi descoberto aos 12 anos, quando desenhou um vestido para uma marquesa e foi convidado para ser aprendiz em Madri. Aos 20 abriu sua própria casa de alta-costura e aos 52 abriu uma em Paris onde apresentou sua primeira coleção. Balenciaga era habilidoso, desenhava muito bem e sua costura era perfeita com estilo dramático. O auge veio aos 50 anos quando criou o terninho feminino com paletó curto e saia de cintura alta. Aposentou-se em 1968, após criar uniformes para a Air France e volta para a França onde morre em 1972. A marca foi comprada pelo estilista Nicolas Ghesquiére em 1995, em parceria com o grupo Gucci e permanecem até os dias atuais na direção da casa.

 BURBERRY PRORSUM

 Tudo começou em 1856 quando Thomas Burberry, então com 21 anos, resolveu abrir uma loja de roupas. Aprendiz de tecelão se preocupava muito com a qualidade de suas peças, que ganharam a confiança dos ingleses e transformaram sua loja em um grande empório em menos de 20 anos. A inovação veio com a criação de um tecido impermeável, respirável e super resistente para dias de chuva, criado em 1880, a gabardine. Os casacos feitos com este tecido foram um sucesso de vendas, até o exército britânico adotou a moda. Tomas criou um modelo primário em 1895 e o trench coat em 1914. Ambos foram vestidos pela primeira vez em guerras. Em 1901 foi criado o logotipo eqüestre da marca, onde a palavra em latim Prorsum (adiante, ou para frente) aparece pela primeira vez junto ao nome da marca. O xadrez Burberry é marca registrada e foi criado por volta de 1920, fazendo às vezes de forro para os casacos modelo trench coat. A empresa foi vendida nos anos 1950 e perdeu um pouco de sua identidade, mas não foi esquecida, ainda aparecia nos guarda-roupas de homens e mulheres de meia idade. Há cerca de 10 anos, decidiram revolucionar a cara da Burberry para rejuvenescer a marca e torná-la mais fashion. Kate Moss foi contratada para a campanha publicitária, novas linhas foram criadas, como a Burberry London, que é o segmento mais conhecido e rentável da Burberry até hoje, sob a direção de Christopher Bailey, que trouxe sua experiência em marcas como Gucci e Donna Karan para revitalizar a Burberry.

 

 CALVIN KLEIN

 Calvin Klein, 1942. Nasceu em New York e formou-se no Fashion Institute of Tecnology em 1962. Seu próprio negócio surgiu em 1968 especializando na criação de ternos e casacos, mas em meados de 70 começou com calças e blusas esportivas para homens com gola rolé calças estreitas em tons sóbrios camisas listradas de seda e muito blaiser bem estruturado, porém na década de 70 seus jeans foram copiados pela elegância atemporal trazendo para a mulher também uma linha de camisas e calças com corte cuidadoso.

 CHANNEL

 Gabrielle Chanel entrou no ramo da moda como chapeleira, mas foram as roupas que consagraram seu nome. Conhecida por seu estilo despojado e independente libertou as mulheres das roupas apertadas com saias longas e popularizou os clássicos vestido pretinho e sapatos bicolores. Entre suas criações estão às calças de marinheiro, o vestido chemisier e a fragrância Chanel nº 5. Quando morreu, sua Maison perdeu o rumo, mas recuperou-se com a mão firme de Karl Lagerfeld em 1983, que comanda as linhas de alta costura e prêt-à-porter da Chanel, e mantém a marca como referencial de elegância e bom gosto para mulheres de todas as idades.

 DIOR

 Christian Dior nasceu em 1905 e logo cedo se interessou por desenho, abriu uma galeria de arte com amigos e exibiu obras de arte como Jean Cocteau e Dufy, porém a crise de 1929 afetou seus negócios e ele adoeceu. Para pagar as contas, publicou croquis na seção de alta costura e acabou virando assistente de Robert Piguet e depois de Lucien Lelong. Abriu seu ateliê em 1946 já famoso na R. Montaigne, onde sua casa esta ate hoje. As coleções de Dior impecáveis viraram sinônimo de elegância e sofisticação com saias e vestidos que ficavam exatos 40 cm do chão, seguindo a regra criada por ele. Dior faleceu em 1957 e sua marca ficou aos cuidados de seu assistente Yves Sant Laurent até 1962, e depois passou por vários renomados estilistas ficando por ultimo com John Galliano que mescla a herança tradicional de Dior com inspirações orientais, indígenas, figurinos de óperas e tudo que lhe chama atenção. Com seu jeito audacioso e apurado e muito glamour ele consegue manter a marca Christian Dior como uma das mais respeitadas da alta costura e a mantém atual para vestir mulheres do século XXI com a mesma sofisticação das vovós.

 DONNA KARAN

 Donna Karan, 1948 nascida em Forest Hill New York. Seu pai era dono de uma loja de armarinhos e sua mãe modelo e vendedora. Donna freqüentou a Parsons School of Design em Nova York. Em 1968 começou a trabalhar com Anne Klein em seu atelier e após sua morte Donna Karan e Louis Dellolio tornaram-se co-estilistas da companhia, pôr em 1984 começou sua própria grife DKNY de tênis á vestidos de festa de cremes a objetos para casa.

Donna Karan veste uma mulher despojada, sexy, moderna e dinâmica seus tecidos esculpem o corpo. Uma de suas clientes famosas é Demi More.

GIVENCHY

Givenchy Hubert James Taffin de Givenchy nasceu em Beauvais, França, em 1927. Filho do marquês Lucien Taffin de Givenchy e de Béatrice de Givenchy, seu avô dirigia uma oficina de tapetes em Beauvais.

Muito cedo ele demonstrou interesse pela moda. Aos dez anos, ao visitar uma exposição de figurinos dos mais famosos estilistas franceses, identificou-se imediatamente com o universo luxuoso da alta-costura.

Cursou a Escola de Belas Artes, em Paris. Chegou a trabalhar com nomes importantes da costura parisiense, como Jacques Fath, Robert Piguet e Lucien Lelong. Trabalhou também com Christian Dior e Elsa Schiaparelli, antes de abrir sua própria maison, em 1952, no número 8 da rua Alfred de Vigny, na Monceau Plain, em Paris.

Nesse mesmo ano, apresentou sua primeira coleção de alta-costura, que ficou marcada pela blusa de babados nas mangas, batizada de Bettina, nome da sua principal modelo e também relações públicas da marca.

O ano de 1953 foi muito importante para Givenchy, pois conheceu aquela que viria a ser sua musa inspiradora, amiga e responsável por muito de seu sucesso internacional, a atriz Audrey Hepburn.

O estilista criou modelos para a atriz, imortalizados em filmes como "Bonequinha de Luxo" ("Breakfast at Tiffany's"), de 1961, "Cinderela em Paris" ("Fanny Face"), de 1957 e "Sabrina", de 1954. Esse último chegou a ganhar o Oscar de melhor figurino, que era assinado por Edith Head - a designer mais requisitada de Hollywood na época -, a qual não deu o devido crédito a Givenchy pelo famoso vestido de baile, usado por Audrey Hepburn no filme.

Em resposta, a atriz exigiu que, em seus próximos filmes, seu guarda-roupa fosse todo feito pelo estilista francês, que criou modelos tão elegantes, que a imagem de Audrey Hepburn, usando um vestido longo preto e uma piteira, em "Bonequinha de Luxo", se tornaria inesquecível.

O guarda-roupa da personagem Holly Golightly estava repleto de clássicos, os vestidos pretos, as cinturas marcadas, os comprimentos pelo joelho, as estruturas limpas e os sapatos discretos. As combinações perfeitas entre as criações do estilista e sua musa inspiradora produziram um clima de encanto, de glamour, que marcou Audrey e Givenchy como sinônimos de elegância e refinamento.

Também em 1953, Givenchy encontrou o estilista espanhol Cristóbal Balenciaga, que foi seu grande mestre, segundo declaração feita pelo próprio Givenchy. A influência de Balenciaga está presente no espírito de muitas de suas criações e o evidente gosto pela estrutura minimalista das roupas.Durante os anos 50, ele criou vários modelos "chemisier", na forma saco, largos na parte superior e afunilando-se em direção à bainha. Também fez muito sucesso com os separáveis - peças que podem ser combinadas entre si -, e com as suas famosas blusas de tecidos de camisas.Em 1981, os perfumes da marca passaram para o controle da Veuve Cliquot Champagne e, em 1988, a Givenchy Couture foi vendida para a LVMH (Moet Henessy Louis Vuitton), que é hoje o maior grupo de comércio de marcas de luxo.

Em 1995, o estilista fez seu último desfile, deixando seu lugar na maison para o britânico John Galliano, graduado pela London's St Martin's School of Art e três vezes eleito o designer do ano pelo British Fashion Council.

Um ano depois, em outubro de 1996, o também britânico Alexander McQueen foi escolhido como seu sucessor. Sua primeira coleção para a Givenchy foi apresentada em janeiro de 1997 e, em 1998, ganhou o prêmio de melhor designer do International Fashion Group.

Após algumas especulações sobre quem se tornaria o principal nome da marca, no lugar de McQueen, Julien Macdonald foi nomeado diretor artístico da casa em março de 2001. O jovem Macdonald tem em seu currículo a experiência de ter trabalhado para a maison Chanel e é dono de sua própria casa, desde 1997.

Hubert de Givenchy esteve no Brasil duas vezes: a primeira na década de 50, para o lançamento de uma coleção de algodão que havia sido encomendada pela fábrica de tecidos Bangu e a outra, em 1995, para abrir o Primeiro Congresso Brasileiro de Moda, promovido pelo Instituto Zuzu Angel e pela Faculdade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro.

 

 

GUCCI

Guccio Gucci abre uma empresa de artigos de couro e malas em 1921 em Florença Itália. Nos anos 40 o regime fascista dificultou a compra de materiais e Gucci resolveu usar materiais alternativos como o bambu, para continuar produzindo suas bolsas. Gucci morre em 1953 e seus filhos tomam conta do negócio. Em 1980 a marca chega á Ásia e é comprada por um grupo de investidores e foi relançada mundialmente com novos produtos e um ar renovado pelo estilista Tom Ford. Nos últimos anos a direção foi passada para a estilista Frida Giannini, que é responsável pela linha de bolsas Fendi com imagens eqüestres e os antigos florais.

 

 

LOUIS VUITTON

 

Se Louis Vuitton estivesse vivo hoje, teria mais de 150 anos de vida! O fabricante de malas francês abriu sua primeira loja em 1854, onde vendia baús e malotes em couro. Trabalhou para a nobreza francesa, que ajudou a estabelecer seu nome no ramo, mas o monograma que identifica a marca foi criado apenas em 1896, assim como a estampa quadriculada da marca. A partir dos anos 1930 produziram bolsas femininas e abriram mais lojas pelo mundo. Nos anos 1970 a Louis Vuitton já tinha unidades até no Japão e faturava milhões por ano. A próxima década trouxe mais lojas na Ásia e um investimento audacioso; a fusão com as empresas de bebidas Möet et Chandon e a Hennessy, que deu origem ao maior conglomerado de marcas de luxos que o mundo já viu. Nos anos 1990, a marca já tinha mais de 130 lojas e resolveu investir em novos ares: livros de viagem e canetas. Em 1998, Marc Jacobs foi contratado como diretor artístico e desenvolveu uma linha de roupas femininas e uma masculina para a Louis Vuitton. Marc também criou uma linha de jóias e relógios. Nos últimos anos, ele tem investido na parceria com outros estilistas para criar versões inusitadas e coloridas do monograma criado há mais de 100 anos pelo filho de Louis Vuitton. Jacobs conseguiu renovar a cara das bolsas, mantendo os modelos mais tradicionais e a fidelidade das fãs da marca. Ao mesmo tempo, cuida de suas duas marcas próprias: Marc Jacobs e Marc by Marc Jacobs, que participam da semana de moda de Nova York. Apesar da linha de produtos variada da Louis Vuitton, as bolsas ainda são o prato principal da marca e são muito procuradas e falsificadas pelo mundo.

 

MARY QUANT

 

Mary Quant nasceu em 1934 em Londres. Quando tinha 21 anos abriu uma loja em Londres no bairro de chelsea onde o burburim dos movimentos acontecia. Sua loja logo alcançou grande sucesso porque suas roupas eram totalmente novas com mini saias pregueadas para serem usadas com meias brancas e sapatos de fivela. Suas blusas eram em formato de collants aderindo ao corpo e muito coloridos.

Em 1966 o trabalho e o talento de Mary Quant eram reconhecidos por sua majestade nomeando-a membro da Ordem do Império Britânico. Mary Quant produziu nos anos 70 varias linhas de vestuários lingeries e óculos de sol.

Teve uma modelo com o nome de twiggy que representava a mulher que usava sua roupa.

 

 PRADA

 

Uma das marcas mais conhecidas e copiadas, Prada existe há quase 100 anos. No início, a Fratelli Prada, vendia malotes e baús em couro para viagens. Mario Prada, um dos irmãos, não queria mulheres em seu negócio, mas após sua morte, o filho Luigi não quis a empresa, que ficou nas mãos de mulheres da família até ser herdado pela neta Miuccia Prada, em 1978. Miuccia não era da moda, tinha um passado bem diferente dos estilistas mais famosos. Estudou mímica, é Ph.D em Ciências Políticas, foi membro do Partido Comunista e militante feminista. Mas ao assumir o negócio, junto ao marido Patrizio Bertelli, transformou a Prada. Em 1985 fez uma linha de bolsas básicas e práticas em nylon preto que muitas celebridades usaram, o que alavancou a venda das bolsas. A primeira coleção de prêt-à-porter veio na temporada de outono/inverno de 1989. Foi aclamada pela mídia, graças às suas linhas simples e elegantes que em nada lembravam a sensualidade exagerada desfilada pelas outras marcas italianas. Em 1992, veio a Miu Miu, segunda linha da Prada que foi batizada com o apelido de Miuccia, para mulheres mais jovens e descoladas com preços mais acessíveis. Atualmente, Prada e Miu Miu participam da semana de moda de Milão e fazem parte de um império poderoso, que conta com marcas como Jil Sander e Helmut Lang em seu portfólio. A Prada tem lojas no mundo todo e todas foram encomendadas a arquitetos inovadores que criaram espaços incríveis que ajudaram a consagrar a marca.

 

 

 

 

PACO RABANNE

 

RABANNE Paco 1934 nascido em San Sebastian Espanha. Sua mãe era costureira-chefe da filial espanhola de Balenciaga. Durante a guerra civil espanhola a família mudou-se para a França, onde Rabanne foi educado. De 1952 a 1964 estudou arquitetura em paris. Começou fazendo bijuterias de plástico e vendendo a Balenciaga. Dior e Givenchy em 1965 produziu o primeiro vestido de plástico, ele foi pioneiro a usar materiais alternativos na moda. Rabanne fazia seus vestidos usando alicates em vez de agulha e linha, discos de metal e correntes em vez de tecido. Suas roupas de malha de metal, montadas com pequenas peças geométricas atraiam muito a atenção. Era muito requisitado para criar roupas para cinema e teatro. Hoje não trabalha mais, mas tem sua Maison em Paris.

 

VERSACE

 

Versace Gianni 1946 nascido na Calábria trabalhou com a mãe costureira até mudar-se para Milão. Em 1978 abriu sua Maison, ficou famoso pelo senso de cor e proporção, muitas peças de corte enviesado e sedas vaporosas. Suas idéias audaciosas eram executadas com alto nível técnico. Versace trabalhava com seus 2 irmãos, Santo e Donatella que após sua morte continuou a marca com sua criatividade tem cada vez mais encantado o mundo da moda.

 

VIVIENE WESTWOOD

 

Vivienne Westwood nasceu em 1941 Na Inglaterra. No final da década de 60 abriu uma loja na king's Road que atraia muito a atenção da juventude. No início dos anos 80 Vivienne lançou uma moda pirata e um retorno ao romantismo. É uma estilista descompromissada, que afirma não ter interesse no corte tradicional,mas apenas em como e onde o tecido toca o corpo.Exagera nas cavas, nos comprimentos das mangas é dela a criação das calças baggy, sutiãs usados sobre roupas.Os estilos étnicos andrajosos dos trajes de Vivienne exerceram grande influência tanto sobre as pessoas quanto sobre outros estilistas.

 

YVES SAINT LAURENT

 

Yves Henri Donat Mathieu Saint Laurent nasceu na Algéria e não na França. Começou cedo aos 17 em Paris. Publicou desenhos na Vogue Francesa e participou de um concurso e seu vestido vencedor chamou a atenção de Dior, que o convidou para ser seu assistente. Quando Dior morreu, Yves assumiu a casa, mas por pouco tempo pois foi convocado ao exército na Algéria e quando retornou abriu sua própria casa realizando seu primeiro desfile em 1962, iniciando uma era de elegância e sofisticação e inovação. Em 1966 abriu a Boutique YSL Rive Gauche em Paris sendo o primeiro estilista a quebrar o tabu e criar uma loja de prêt-à-porter. Criou o smoking feminino o que chocou o mundo. Criou peças masculinas onde foi ele próprio o garoto propaganda posando nu para o fotógrafo Jeanloup Sieff. Desenhou figurinos e uniforma da seleção francesa de futebol para a copa de 98. Em 1999 vendeu a marca para o grupo Gucci, mas continuou na direção, e algum tempo depois desgostoso com os rumos do mercado e de sua marca despede-se das passarelas em 2002 com um magnífico desfile onde apresentou todas as suas coleções.

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segunda 11 abril 2011 04:44 , em Artigos Academicos




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